Profissionais do Ano

Domingo, 30 Novembro, 2008

http://comercial.redeglobo.com.br/ppa2008/

Para quem sonha estar um dia nesta premiação.

=)


Linguagem corporal

Domingo, 16 Novembro, 2008

E é por isso que…

Domingo, 9 Novembro, 2008

…vou a feira. Lá pelo menos vc se sente menos lezado.

Falta de padronização no vestuário incomoda MUITA GENTE:

http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL854544-5605,00-FALTA+DE+PADRAO+DE+ROUPAS+INCOMODA+CONSUMIDOR.html


Novo comercial de cemitérios Memorial

Quarta-feira, 5 Novembro, 2008

imagem
Produtora: ATI Stduio
diretor: Marcos Tseng

Grupo Memorial


FOTO: Rebeca Gusmão treina para dar início à carreira no futebol feminino

Segunda-feira, 27 Outubro, 2008

Nadadora será reforço da Ascoop, de Brasília, na Liga Nacional do esporte

Rebeca Gusmão já treina para estrear na Liga Nacional de Futebol Feminino. A nadadora vem jogando em nível universitário em Brasília desde que foi banida das piscinas e fará parte do time da Ascoop, da capital federal. Rebeca ainda se adapta ao mundo da bola, mas se mostra feliz por estar em um esporte coletivo

GLOBOESPORTE.COM Brasília

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/0,,MUL835798-9645,00-FOTO+REBECA+GUSMAO+TREINA+PARA+DAR+INICIO+A+CARREIRA+NO+FUTEBOL+FEMININO.html


Debate do filme: Test – Casa do Zezinho (PRATA EM CANNES)

Quinta-feira, 23 Outubro, 2008

Aula de Psicologia do dia 23/10 – Prof.ª Joana Bicalho

Comportamento em grupo, como isso se dá?

No filme uma pessoa pára e conversa com a criança “engomada” e logo depois várias outras também param e se envolvem. Por quê? Por que ninguém ajudou o menino de rua? Por que a criança de rua não foi vista e criança “engomada” foi? A criança de rua é invisível, parte do cenário, simplesmente ignorada. Todos os dias, vemos e fingimos não vê-las: na ruas, calçadas, estacionamentos, semáforos, entradas de supermercados e restaurantes. Quantas crianças “engomadas” você já viu perdidas em shoppings ou nas ruas? Qual a diferença? As duas são crianças.

Ignorar é mais fácil e cômodo que ajudar uma criança a ter educação, saúde e carinho, afinal não é responsabilidade sua, é do Estado, ou de outra pessoa, não sua, você já faz muito quando dá esmola. Hipocrisia. Porém, procurar os pais de uma criança que já tem tudo não é trabalho algum, não custa nada ajudar, você estará fazendo uma boa ação. É hipócrita também definir valores de caridade e solidariedade assim: com a falta de compromisso selado na nossa cegueira diária. Cumplicidade. É deixando de fazer o bem que somos cúmplices da miséria desse país e do mundo.

Marcelo Ribeiro

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Creio que na cena A, as pessoas já estão habituadas a ver crianças nas ruas, jogadas sem ter o que fazer, o que comer, trabalhando para ganhar o pão de cada dia e muitas vezes não conseguem e ninguém se preocupa, porque a criança não faz parte do seu mundo é como se fosse um mundinho à parte. Já na cena B, a criança faz parte do meio daquelas pessoas que estão passando pela calçada e por isso se acham no dever de ajudá-la, de saber porque ela está ali, pode ser que ela esteja perdida ou fugiu de casa.

As pessoas só dão valor no que está à sua frente, ou seja, o que elas querem ver enxergam o que está na sua rotina diária, mas ver mesmo é só o que querem ver se verdade.

Gisane Vasconcelos

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Comportamento de Influencia de grupos:

Em relação ao vídeo a Casa do Zezinho, com Matheus Braga de 5 anos de idade, a sociedade não liga para o mundo, só ligam mesmo com a influencia das pessoas, ou quando elas se importam com a mesma classe social. O mundo estar totalmente desligado aos pobres e as classes mais baixas da sociedade. Por que, na minha opinião não tem como ajudar eles, que eles podem ser agressivos ou não gostarem da ajuda e como a gente vai ajudá-los se não consegue  manter uma comunicação coerente?! E assim, em relação a uma criança de 5 anos de idade, ela é ingênua, não tem noção das coisas e da realidade além do mais, que ela pode fazer?

Flora Maria Magalhães Roncisvalle

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Comportamento em Grupo

No vídeo a “Casa do Zezinho” mostra como uma criança de rua é tratada totalmente diferente por uma criança de classe média.

Quando as pessoas se deparam com uma criança de classe média, elas param para ajudar, oferecem ajuda, perguntam se está perdida e etc.

Já quando passam e olham uma criança pobre e está mal vestida, suja, passam e nem se quer oferecem alguma ajuda, ou seja, acho eu que as pessoas que passam por ali devem pensar que aquela criança já deve ser acostumada com aquela situação.

As pessoas tinham que ser mais solidárias com aquelas pessoas que passam por necessidades.

Patrick Bentim Rosa

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Na propaganda, fica evidente o quanto um olhar pode influenciar nos outros. A partir do momento que uma pessoa se aproxima da criança “limpinha”, outras começam a se aproximar e querer saber o motivo desta estar ali, sozinha.

Já no caso da criança “pobre”, os olhares são totalmente diferentes. Ou melhor. Nem sequer existem. Ela não é vista. Ninguém se preocupa com o fato de um menino de 5 anos de idade estar sentado no meio da calçada, sozinho, apenas porque, diferente do outro, este é pobre. Sendo, que, propositalmente, foi colocada a mesma criança, na mesma situação, mas em condições opostas.

Dessa forma, podemos perceber como os nossos princípios estão invertidos. Talvez, se apenas uma pessoa tivesse se interessado em conversar e se aproximar do menino pobre, as outras acabariam fazendo o mesmo. Fica claro o quanto apenas uma atitude pode mudar o mundo.

Milena Bites

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Mais propagandas:

http://www.empresaresponsavel.com/html/pag_campanha_01.html


Curso Planejamento de Mídia na Internet

Terça-feira, 21 Outubro, 2008

A quem interessar…

Mais informações no site:

http://www.sinaprodf.com.br/index.asp?inc=seminarios


VÍDEOS

Domingo, 19 Outubro, 2008

Filme de Patrick Bentim Bentim, para a Matéria de Psicologia (UniCEUB-DF), 2º semestre de 2008.

Filme: Cores. Criado por Juliana Machado e Marcelo Ribeiro para a Matéria de Psicoligia do curso de Publicidade e Propaganda, 3º Semestre do Uniceub (2º semestre de 2008).


Cultura Midiatica.

Terça-feira, 7 Outubro, 2008

Será que futuramente os meios de comunicação serão canais para encontros sexuais e apoios coletivos de: http://www.ajudeumvirgem.com/ ?

Já foi a Carol Miranda com o DVD, agora mais um circulando na midia com o mesmo tema.

E laia…de qualquer forma está aí.


Alunas e ex-alunas de Jornalismo do UniCEUB lançam coletânea@pública

Segunda-feira, 6 Outubro, 2008

Práticas de Comunicação Pública é o nome da coletânea@pública que reúne trabalhos de sete jornalistas. Os artigos são o resultado de pesquisas acadêmicas sobre como anda o exercício do jornalismo público na televisão e a prática de assessoria em comunicação pública em Brasília. A publicação conta com o apoio do Diretório Central dos Estudantes (DCE) do UniCEUB.

O livro coletânea@pública será lançado no dia 7 de outubro de 2008, às 20h30, no Auditório do Bloco 8 do Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), como parte do do VI Congresso de Ensino, Pesquisa e Extensão e VI Encontro de Iniciação Científica do UniCEUB. A palestra de lançamento conta com a presença do Prof. Dr. Fernando Paulino, coordenador do curso de Pós-Graduação em Assessoria de Comunicação Pública, do IESB, e da jornalista Ana Cristina Oliveira da agência de Publicidade Nova S/B e editora do blog CIP (http://cip.blig.ig.com.br/) dedicado às questões de comunicação de interesse público.

A organização do livro Práticas de Comunicação Pública é da jornalista e mestre em Comunicação, Mônica Prado, e os artigos são das jornalistas: Aurilene Moura, Basilia Rodrigues, Lívia Almeida, Lívia Davanzo, Vânia Ferreira e Tatiany Tonelini. Os artigos abordam o jornalismo público em tevês abertas e na TV Brasil, as práticas de comunicação das agências reguladoras federais, de órgãos do Poder Executivo do Distrito Federal e dos Tribunais Superiores em Brasília. O estudo sobre campanhas educativas: a face pública da publicidade conta com a colaboração do estudante do 3º semestre de Publicidade e Propaganda, Marcelo Ribeiro.

As inscrições para a palestra e o lançamento do livro são gratuitas e abertas à comunidade, a estudantes e a profissionais. Elas podem ser feitas por intermédio do site: www.uniceub.br ou pelo link: http://www.uniceub.br/Congresso/con001_inscricao.aspx?ID=c4a59089&AV=c44afb38b3

Mais informações:

Aurilene Moura: aurilenemoura@gmail.com

Basilia Rodrigues: basilia.rodrigues@gmail.com

Lívia Almeida: livialmeida@gmail.com

Lívia Davanzo: liviadavanzo@gmail.com

Mônica Prado: pradomonica2004@yahoo.com.br

Tatiany Tonelini: tattytonelini@gmail.com

Vânia Ferreira: vaniareport@hotmail.com

DCE – Assessoria de Imprensa

Norma Engel: 9239-9370 ou engelpoa@gmail.com